Atrações

Conheça os artistas que vão passar pelo festival

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Internacionalmente conhecida, Grana Louise, tem encantado incontáveis fãs de música ao redor do mundo com seus shows inesquecíveis. Blues clássicos, rock ‘n roll ou soul, sua música vai mover e inspirar você. Ela é a mulher por excelência a voz de Chicago. O show de Grana transborda qualidade com todos os elementos que fazem do show um espetáculo! Sua rica amplitude vocal expressa a musica de forma que sente-se do arrepio a dor de um coração. Seu timing impecável e encenação afiada dá ao público algo para se lembrar! Ela envolve todos com seu olhar.

Grana e sua banda estelar é frequente nos mais quentes clubes de Chicago e ela é head line no famoso Chicago blues Fest. Grana Louise abalou a casa no Teatro Apollo em Nova York e em locais de prestígio em todo o mundo. Ela tem encabeçado internacionalmente os mais aclamados festivais de Detroit, México, Reykjavik, Riviera Francesa, Itália, Espanha, Suíça, Alemanha, França, Brasil e além. Grana Louise vai trazer a sua marca de estilo de Chicago para o seu próximo show!

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Com 15 anos de estrada, a Igor Prado Band construiu aos poucos e à custa de muito trabalho e talento uma trajetória impressionante no cenário do blues internacional. O grupo liderado pelo cantor e guitarrista Igor Prado concretizou agora mais uma façanha: é o primeiro sul-americano indicado ao Blues Music Awards, uma espécie de Grammy desse seminal gênero musical.

“Way Down South”, trabalho com o qual disputa o troféu, chega com belos números na premiação. Ele foi o álbum mais tocado nos EUA em março e abril de 2015 segundo apuração feita pela empresa Living Blues Radio Charts em mais de 80 programações de rádio dedicadas ao blues nos EUA. No ano inteiro de 2015, faturou o sexto lugar, concorrendo com álbuns de Buddy Guy, Shemekia Copeland e James Harman, entre outros astros.

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Estão entre os principais nomes do blues brasileiro contemporâneo. Com 18 anos de carreira, 5 CDs lançados e um DVD, já participaram de grandes festivais de blues e jazz do Brasil como Natu Blues Festival(RS), Visa Jazz & Blues(RJ), Festival de Jazz & Blues de Rio das Ostras(RJ), Garanhuns Jazz Festival(PE), Festival de Blues de Londrina(PR), entre outros. Abriram shows também para nomes importantes como Buddy Guy (Via Funchal- SP) e Jimmy King (Teatro de Arena – Rib. Preto).

Fred Sunwalk teve o prazer de dividir o palco com The Teardrops, Carey Bell, Phil Guy, John Primer, Renato Borghetti, Eric Gales, entre outros. É o rythm guitar de Eric Gales em suas turnês no Brasil, e participou da gravação do CD “Eric Gales live in Rio”.

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O show atual do Manoblues está mais arrojado que nunca, tem sido atração das mais comentadas em grandes festivais brasileiros com shows para mil, duas, três mil pessoas, fazendo jus a ousadia dos produtores ao escolhe-lo para fazer seu “One Man Band” show. Está aí um exemplo perfeito de alguém que se reinventa através do tempo. Tocando gaita, guitarra, voz, bumbo e caixa, Faé mostra definitivamente porque sua musicalidade é tão impactante e difere de qualquer outro homem-banda que tenha surgido desde que iniciou esse estilo no Brasil em 1994.

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Pra quem achava que a velha dupla tinha pendurado as chuteiras e guardado as violas em seus gastos cases, que espalhem a notícia: Eles voltaram!!! O duo mais endiabrado da cidade encontrou uma encruzilhada e refez o contrato vitalício, só que agora com os anjos. Assim sendo, eles receberam carta branca e irão espalhar o blues em sua forma básica para deleite dos ouvintes. Nosso Haroldinho Mattos azeitou as cordas de sua miniviola e Bemol poliu seu Dreadnought e tomou umas duas doses de Bourbon do delta para entoar pérolas do cancioneiro ribeirinho norte-americano, aproveitando para passear por clássicos do Rock´n roll, acordando o velho titã grego a fim de que continue rolando a pedra ladeira abaixo.

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Blues Etílicos é a marca mais forte do blues nacional e a banda há mais tempo em atividade nesse segmento. Desde meados dos anos 80, a banda formada por Flávio Guimarães, Greg Wilson, Otávio Rocha, Pedro Strasser e Cláudio Bedran vem produzindo uma extensa obra autoral, além de gravar homenagens às suas principais influências, tendo lançado doze CDs e um DVD.

Em 2015, a banda comemora 30 anos de carreira com o lançamento do seu novo CD. Gravado ao vivo no Teatro do Sesc Santo Amaro, em São Paulo, o álbum tem doze músicas. A banda resgata Safra 63, música de seu primeiro LP lançado em 1987. Canções autorais de diferentes álbuns como Tiro de Largada e Puro Malte se somam às inéditas Let it Rain e Solidão dos Bois.

O Blues Etílicos tem o dom de agradar os mais diversos públicos. Esses 30 anos de estrada foram maturando cada vez mais essa que é a mais criativa e popular das bandas brasileiras nesse segmento.

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Os vocais de Demetria têm uma amplitude que pode rasgar o telhado da casa e trazer anjos para a terra. Ela gosta de cantar as marcas registradas de seus heróis pessoais e ainda assim fazer a sua canção. Por exemplo, ela vai fazer você “derrubar todas as janelas e chutar para baixo todas as portas” com “Wang Dang Doodle” e provar que ela é “o que é preciso” porque ela é uma ” Hoochie Coochie woman”. Demetria também gosta de fazer alguns dos clássicos de sua família como “Take Your Hands Down” e “Bad Girl” (depois do hit de seu pai “Bad Boy”), e a mãe de “olhar para fora”. Ela diz: “Eu sou o novo garoto sobre o bloco, mas eu respeito todos os músicos e cantores lá fora “.Demetria começou a tocar bateria aos 14 anos, treinado por seus irmãos mais velhos Larry e Tim. Ela tocava em programas familiares do outro lado da cidade de Chicago. Além disso, você pode identificar suas raízes fincadas no coro gospel no Trinity Church All Unity em South Side em Chicago. Demetria é a mais jovem da prole Taylor e última a sair como bluestar em seu próprio país, a seguir seu pai, (guitarrista de longa data com o grande Jimmy Reed); sua mãe, Vera Taylor (vocalista), seu tio-avô, ícone do soul & blues de Chicago, Jimmy Burns; suas irmãs, Brenda e Edna Taylor (vocalistas), seus irmãos, Larry Taylor (baterista e vocalista), Milton Taylor (baterista) e Eddie Taylor, Jr. (guitarrista).

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A Irmandade do Blues, uma das maus importantes bandas brasileiras do cenário de Blues vem do ABC Paulista, com 4 CD’s e 1 DVD lançados e 24 anos de carreira, anuncia nova fase, com novo guitarrista: sai Edu Gomes e entra Amleto Barboni. O quarto CD, lançado em 2013, veio para expandir ainda mais suas fronteiras musicais, mas sempre mantendo sua raiz “blueseira”.

No show, a fórmula que mescla composições próprias e versões do blues, r&b e rock and roll continua firme, e se expande através de novas versões de clássicos como Down In Mississipi (J. B. Lenoir), Hard Times (Skip James), Muddy Water’s Blues (Paul Rodgers), When Love Comes to Town (Bono Vox/BB King) , Hallelujah (Leonard Cohen) e a sua primeira versão em português: “Eu Só Quero Um Xodó” (Dominguinhos/Anastácia). E desta vez, as composições próprias, em inglês e português, são em maior número do que nos lançamentos anteriores, e pela primeira vez com parcerias, dentro e fora da banda.

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Workshop e oficina

Veja o conteúdo

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Ale Ravanello fala sobre sobre técnicas, conceitos e conhecimentos teóricos que julga importantes para um harmonicista de blues.

Tópicos:
– Necessidades técnicas para um harmonicista de blues.
– Necessidades teóricas para um harmonicista de blues.
– Necessidades conceituais para um harmonicista de blues.
– Os tópicos da conversa e o foco das demonstrações práticas serão direcionados ao nível da maioria dos gaitistas presentes.
– A oficina envolverá a participação, facultativa é claro, de harmonicistas que estiverem com suas harmônicas.

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Luthier Haroldo Matos demonstrando todo o processo de construção de uma guitarra

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